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Aloe Vera: O que é?

Estamos numa época em que quase todos os produtos relacionados com a estética ou regulação do organismo fazem referencia a um ingrediente  chamado aloe vera, mas afinal o que é a aloe vera?.


Aloe vera é uma espécie de planta do género Aloe (Cactos), de cor verde, pretecendo a familia dos lirios.
A Aloe Vera é uma planta com origem em regiões desérticas, devido ao meio hostil em que se encontra, adquiriu inúmeras capacidades para sobreviver onde pouquíssimas espécies vegetais conseguem.  Para além de crescer no deserto, também só é encontrada em certas zonas tropicais do mundo, é por esta razão que não é muito conhecida em regiões de climas frios.
A Aloe vera floresce no começo da primavera, geralmente com flores de um amarelo vivo numa longa haste que se projeta para fora do centro.
O Aloe vera é uma planta que pode ter variados fins medicinais, geralmente é utilizada para problemas relacionados com a pele.
Embora não aconselhando a utilização directa desta planta para fim medicinais, deixamos uma sugestão para o seu cultivo visto que se trata de um cacto com uma aparência bastante engraçada.
Como se trata de um cacto,  devemos preparar o solo com substratos que não retenham água, como areia, cascalho, cascas de árvores decompostas e composto orgânico juntamente  com o solo mineral comum de cultivo. As raízes dos cactos são superficiais, mas certifique-se que tem pelo menos 25 cm de camada de solo fértil.
Os cactos gostam de temperaturas altas e bastante sol, o que nos dá uma boa ideia do sitio onde os devemos colocar, certifique-se que tem uma boa exposição solar, depois de se formarem podem ficar o dia inteiro a exposição do sol, as variações térmicas entre o dia e a noite, não afectam os cactos.

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Hortas em suspensão com garrafa pet

Que tal fazer um lindo jardim vertical com garrafas PET!? Isto mesmo! Estas garrafas de plástico estão sempre dando motivo para a criatividade de vários artesões e artístas plásticos do mundo inteiro. Vamos te mostrar uma ideia bem legal para decorar a sua residência com primor! Você pode gostar muito de aprender as técnicas utilizadas neste post. 
Espero que consigam fixar direitinho as dicas no guia e consigam fazer em casa. Vejam o passo a passo que selecionamos para você.


Material que você vai precisar

- Garrafa PET de 2 litros vazia e limpa
- Tesoura
- Corda de varal, cordoalha, barbante ou arame
- Para os que optarem por cordoalhas ou arames, serão necessárias duas arruelas por garrafa PET
- Terra
- Muda de planta

Como fazer



Primeiro corte a garrafa PET, como está mostrando na imagem abaixo.
Depois, para fixar as garrafas, é preciso fazer dois furos no fundo da garrafa e dois na parte superior da garrafa. Dá pra aprender direitinho. É só analisar bem a foto acima e fazer.
Além dos furinhos que você fará para passar a corda, é preciso também de um pequeno furo no fundo da garrafa. Isso é para que água usada para regar a muda possa escoar.
Depois disto, você irá passar a corda por um furo e depois puxe pelo outro.
Para fazer com que as garrafas não escorreguem pela corda, barbante, ou cordoalha você podem usar estas dicas abaixo.
Para os que forem usar corda de varal ou barbante:

Agora para quem for usar cordoalha ou arame:

Depois, basta esticar e fixar a corda na parede.
Este modo de fazer pode ser aprimkorado. Mostramos aqui um pequeno resumo para que fiquem mais inteiradas sobre o assunto e com o tempo possam customizar da forma que acharem melhor.

As dicas foram captadas de um guia do Marcelo Rosenbaum. Espero que tenham gostado. Até a próxima e bons artesanatos!

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Eco Can



De latinha mesmo, ela só tem o formato… Idealizada pelo estúdio Molla Space, a latinha abaixo, chamada My Eco Can, é feita de um material plástico biodegradável que leva amido em sua composição, sendo livre dos componentes de petróleo usados na fabricação de plástico convencional.
Além de ser uma graça e reduzir o consumo de copos descartáveis, a “latinha verde” tem efeito térmico que ajuda a manter a bebida geladinha ou quente. Custa em torno de 25 reais no site da empresa (só encontrei na Amazon).

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Sensacional essa ação que a Age Isobar criou com a marca Camp Néctar para mostrar que os sucos são 100% naturais.
Segundo a agência foram mais de dois anos de experimentos para que as frutas tivessem o exato formato da caixinha.



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Mini Hortas futuristas



Um equipamento que permite o cultivo de mini-horta, desenvolvido por cientistas da Nasa, é uma alternativa para quem mora em apartamento ou numa casa pequena mas deseja manter um cantinho verde – ou até mesmo cultivar o próprio alimento.
A máquina, produzida comercialmente pela empresa norte-americana Prepara, lança nas raízes das plantas centenas de pequenos jatos contendo nutrientes – o que, segundo os cientistas, proporciona o crescimento do vegetal em um ritmo mais acelerado que o normal. A técnica é conhecida como aeroponia, e foi projetada pela Agência Espacial Norte-Americana para ajudar astronautas a consumir alimentos mais saudáveis durante as missões.
“Os vegetais mais complexos começam a brotar em cinco dias, em média. No cultivo tradicional espera-se até 120 dias para que a planta cresça, e fique perfeita para colher. Com nossa máquina, são cerca de 90 dias. No verão, com mais luz no ambiente, esse tempo pode ser diminuído para cerca de 60 dias”, afirma Anthony Freedman, diretor comercial da Prepara.

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Rio+20 Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável





A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, será realizada de 13 a 22 de junho de 2012, na cidade do Rio de Janeiro. A Rio+20 é assim conhecida porque marca os vinte anos de realização da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio-92) e deverá contribuir para definir a agenda do desenvolvimento sustentável para as próximas décadas.
A proposta brasileira de sediar a Rio+20 foi aprovada pela Assembléia-Geral das Nações Unidas, em sua 64ª Sessão, em 2009.
O objetivo da Conferência é a renovação do compromisso político com o desenvolvimento sustentável, por meio da avaliação do progresso e das lacunas na implementação das decisões adotadas pelas principais cúpulas sobre o assunto e do tratamento de temas novos e emergentes.

A Conferência terá dois temas principais:
* A economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza; e
* A estrutura institucional para o desenvolvimento sustentável.
A Rio+20 será composta por três momentos. Nos primeiros dias, de 13 a 15 de junho, está prevista a III Reunião do Comitê Preparatório, no qual se reunirão representantes governamentais para negociações dos documentos a serem adotados na Conferência. Em seguida, entre 16 e 19 de junho, serão programados eventos com a sociedade civil. De 20 a 22 de junho, ocorrerá o Segmento de Alto Nível da Conferência, para o qual é esperada a presença de diversos Chefes de Estado e de Governo dos países-membros das Nações Unidas.
Os preparativos para a Conferência


A Resolução 64/236 da Assembleia-Geral das Nações Unidas determinou a realização da Conferência, seu objetivo e seus temas, além de estabelecer a programação das reuniões do Comitê Preparatório (conhecidas como “PrepComs”). O Comitê vem realizando sessões anuais desde 2010, além de “reuniões intersessionais”, importantes para dar encaminhamento às negociações.
Além das “PrepComs”, diversos países têm realizado “encontros informais” para ampliar as oportunidades de discussão dos temas da Rio+20.
O processo preparatório é conduzido pelo Subsecretário-Geral da ONU para Assuntos Econômicos e Sociais e Secretário-Geral da Conferência, Embaixador Sha Zukang, da China. O Secretariado da Conferência conta ainda com dois Coordenadores-Executivos, a Senhora Elizabeth Thompson, ex-Ministra de Energia e Meio Ambiente de Barbados, e o Senhor Brice Lalonde, ex-Ministro do Meio Ambiente da França. Os preparativos são complementados pela Mesa Diretora da Rio+20, que se reúne com regularidade em Nova York e decide sobre questões relativas à organização do evento. Fazem parte da Mesa Diretora representantes dos cinco grupos regionais da ONU, com a co-presidência do Embaixador Kim Sook, da Coréia do Sul, e do Embaixador John Ashe, de Antígua e Barbuda. O Brasil, na qualidade de país-sede da Conferência, também está representado na Mesa Diretora.
Os Estados-membros, representantes da sociedade civil e organizações internacionais tiveram até o dia 1º de novembro para enviar ao Secretariado da Conferência propostas por escrito. A partir dessas contribuições, o Secretariado preparará um texto-base para a Rio+20, chamado “zero draft” (“minuta zero” em inglês), o qual será negociado em reuniões ao longo do primeiro semestre de 2012.


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Como montar um jardim de inverno


Não precisa sair de casa para curtir o verde. Os jardins internos deixam a casa cheia de vida e permitem que os amantes de plantas fiquem próximos delas por mais tempo, mesmo durante o inverno.
O período de frio e de estiagem pode parecer, à primeira vista, um momento pouco estimulante para plantar ou dar vida nova a jardins e canteiros. Mas é justamente no inverno que muitas flores ganham mais cor e destaque.

Pode ser uma boa hora para alegrar um espaço externo da casa ou o canto de um apartamento e fugir do cinza característico dessa estação. "Existe ainda uma idéia muito arraigada de que, no inverno, as folhas caem, mas há muitas plantas que florescem e árvores que dão frutos nessa época", afirma o paisagista Raul Cânovas.

Espécies como a azaléia, considerada flor típica do inverno paulistano, a camélia e o ipê, entre outras, são exemplos das que esperam o frio para mostrar sua melhor forma.

Polinizadores

"No inverno, as flores ficam mais vivazes porque a falta de chuva atrai os agentes polinizadores [como pássaros e abelhas], que auxiliam na reprodução", explica o engenheiro agrônomo Edson Valerio, professor de jardinagem do Senac (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial).

As plantas nos vasos também duram mais nessa época. A orquídea Cymbidium hibridum é uma das mais longevas: se, no verão, resiste por 20 dias em um vaso, vive por dois meses no inverno.

A azaléia, que fica bonita por dez dias no verão, dura cerca de um mês no inverno, segundo Maria do Carmo Rodrigues Simon, 48, proprietária da Flor & Forma.

Folhas

As folhagens, por outro lado, tendem a sofrer com o frio e a falta de luz. A maioria dos arbustos e algumas árvores perdem folhas. O mais prejudicado é o gramado. "Deve-se arejar e cobrir o terreno em junho, senão a grama seca e só volta a ficar bonita em janeiro", ensina o arquiteto e paisagista Fabio Morozini, 32.

Segundo paisagistas, muitos acham, erroneamente, que o jardim está hibernando e não precisa ser regado. A quantidade de água deve diminuir, mas precisa continuar sendo fornecida com regularidade e nas primeiras horas do dia. Recomenda-se cortar a rega pela metade em folhagens e em dois terços para as flores.

Transplantes

Quem compra uma planta agora deve tomar cuidado na hora de colocá-la no jardim. "Não é a melhor época [para replantar], porque ela demora mais para se adaptar", adverte Fabiana Traldi, 25, paisagista e professora do Ibrap (Instituto Brasileiro de Paisagismo), que sugere irrigação diária por, pelo menos, um mês. E completa: "Devido ao processo de adaptação, pode ser que a espécie não dê flor no primeiro ano".

Para evitar ou amenizar esse efeito, Valerio recomenda deixar a planta no vaso por dois ou três dias, aclimatando-se no local em que será plantada e preparar o terreno com adubo orgânico e água.Arbustos não costumam apresentar problemas, segundo Traldi. "Azaléia, calêndula, petúnia e amor-perfeito florescem rapidamente", exemplifica Cânovas.

Paisagistas em geral preferem flores de cores quentes -como amarelo e vermelho- para criar contraposição ao frio, mas Morozini é fã do branco. "Reforça a sensação de frio, como se fosse uma cobertura de neve", diz.

Autora: Bruna Martins Fontes





Fonte: http://arquiteturart.blogspot.com.br/2008/09/como-montar-um-jardim-de-inverno.html




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Ecocidadania





ECOCIDADANIA ATIVA é a nossa tentativa de contribuição para a preservação do planeta como forma de salvarmos a nós mesmos e garantirmos a vida de gerações futuras.


Acredito que ecocidadania seja a cidadania com o meio ambiente, com os ecossistemas, enfim, com a natureza.

Creio que seja a "educação" que devemos ter com ela, em pequenas ações, como não poluí-la, entre outras coisas.
É o dever de cada cidadão com a nossa natureza !

A Educação Ambiental é vista hoje como uma perspectiva de mudança ativa da realidade e das condições de vida, por intermédio da conscientização incidida do processo social reflexivo em diversos espaços educativos formais e não-formais. Sob essa visão o principal objetivo desse artigo é refletir sobre a importância da Educação Ambiental para o desenvolvimento sustentável e discutir acerca da sociedade atual assegurando a importância da complexidade planetária e das questões que evolvem a sua aplicabilidade prática como meio de garantir , buscando um estilo de vida melhor e a construção de um paradigma holístico que pauta o homem a natureza e o mundo, como parte indispensável na tentativa de uma educação para o desenvolvimento sustentavel.

A mudança do modelo de desenvolvimento meramente extrativista é desafio de toda a humanidade, condição a sua própria existência e manutenção da qualidade de vida. As mudanças começam a acontecer quando o indivíduo muda. Neste sentido, entendemos que a educação formal ou informal deva passar por uma mudança de paradigma através da incorporação de conceitos de eco alfabetização. As pessoas precisam aprender a entender a natureza, assimilando, por exemplo, o que significam as curvas de um rio, como as florestas se desenvolvem, o que são movimentos migratórios e o que tudo isso tem a ver com o nosso dia a dia, nas cidades ou em qualquer lugar do planeta. Não podemos fechar os olhos para realidade!

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A História das Coisas



Obsolescência programada é o nome dado à vida curta de um bem ou produto projetado de forma que sua durabilidade ou funcionamento se dê apenas por um período reduzido. A obsolescência programada faz parte de um fenômeno industrial e mercadológico surgido nos países capitalistas nas décadas de 1930 e 1940 conhecido como "descartalização". Faz parte de uma estratégia de mercado que visa garantir um consumo constante através da insatisfação, de forma que os produtos que satisfazem as necessidades daqueles que os compram parem de funcionar ou tornem-se obsoletos em um curto espaço de tempo, tendo que ser obrigatoriamente substituídos de tempos em tempos por mais modernos.
Nesse ritmo energico e louco de consumo estamos esgotando completamente nossos recursos naturais e destruindo nosso planeta, e preciso uma mudança de ideias e atitudes para diminuir esse quadro e salvar um pouco o nosso planeta!

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Atendimento e vendas atraves:


Blog: http://hortasvitalidadesaude.blogspot.com
Email: hortasvitalidadesaude@gmail.com
SAC: (31) 3569-7854 e na sede da empresa:
Av. Raja Gabaglia nº 4000 - Gutierrez, Belo Horizonte, MG


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